O que é o VHD?
O Virtual Hard Disk é um formato padrão utilizado pela Microsoft para imagens de discos rígidos. É utilizado pelos produtos Virtual PC, Virtual Server, Hyper-V e por ferramentas de backup. É capaz de gerar uma cópia idêntica (1:1) de um disco rígido, sem compactação. Podemos dizer que o VHD é idêntico ao Norton Ghost, mas em vez de ter sido elaborado pela Norton, foi elaborado pela Microsoft.
Ferramentas que são necessárias para usar o VHD
Criação do arquivo VHD.
O primeiro passo é criar um disco VHD, que pode ser feito através da linha de comando DISKPART:
DISKPART
CREATE VDISK FILE=C:\VHD\.vhd MAXIMUM=20000 TYPE=EXPANDABLE
SELECT VDISK FILE=C:\VHD\.vhd
ATTACH VDISK
CREATE PARTITION PRIMARY
ASSIGN LETTER=V
FORMAT QUICK FS=NTFS LABEL=VHD
EXIT
Instalação
Depois do arquivo criado VHD, é necessário instalar o Windows 7. Existem algumas maneiras de realizar a instalação, eu preferi o script powershell Install-WindowsImagem, que pode ser utilizado para instalar um arquivo de imagem Windows disponível no disco de instalação do Windows 7 em um arquivo VHD.
O ficheiro localizado no directório \sources\install.wim da instalação do Windows 7.
Parar este script é necessário modificar a permissão de execução de scripts, conforme comando abaixo:
set-ExecutionPolicy RemoteSigned
Em seguida devemos descobrir qual versão de Windows a instalar, o comando abaixo lista as versões disponíveis:
\Install-WindowsImage.ps1 -WIM D:\sources\install.wim
Já a instalação demora a em cerca de 15 minutos e pode ser feita com o comando:
\Install-WindowsImage.ps1 -WIM D:\sources\install.wim -Apply -Index 5 -Destination V:
Configuração do boot
Após a instalação é necessário configurar o Windows 7 para o boot, imaginando que o disco em que foi feita a instalação está montado no drive V, o processo seria feito com o comando:
V:\Windows\System32\bcdboot V:\Windows
Ao realizar um boot será mostrado um menu para escolher qual sistema operativo pretende, caso tenha escolhido o SO instalado na partição virtual tem de escolher a opção para o boot do VHD e terminar o processo de instalação.
Algumas dicas se quiser utilizar o vhd com windows7
•A versão do Windows 7 que precisa de ser instalada no arquivo vhd é a Ultimate ou Enterprise, outras versões não são suportadas;
•O arquivo vhd precisa estar em um file system NTFS;
•O arquivo vhd não pode estar compactado com NTFS;
•O arquivo vhd precisa estar em um disco interno do computador, não é possível dar boot de vhd armazenado em disco USB;
•O disco do computador precisa ter espaço livre pelo menos o tamanho total do VHD, mesmo para um VHD dinâmico
•Uma das novas funcionalidades do windows7 é a de permitir que os ficheiros VHD sejam usados como discos físicos.
•A ferramenta é simples de utilizar e não gasta mais do que 20 minutos para converter os dados para um ficheiro VHD, após a conversão poderemos fazer uma cópia do ficheiro e mantê-lo guardado, no caso seu computador for infectado com vírus os dados estarão salvos.
•Ferramenta chamada Disk2vhd
Vantagens da utilização do VHD
-Projecto independente da tecnologia;
-Ferramentas de CAD compatíveis entre si;
-Facilidade na actualização dos projectos;
-Reduz tempo de projecto e custo;
-Elimina erros de baixo nível;
-Reduz “time-to-market”.
Desvantagens da utilização do VHD
-Hardware gerado é menos optimizado;
-Controlabilidade/Observabilidade de projecto reduzidas.
-Falta de pessoal treinado para lidar com a linguagem.
-Simulações geralmente mais lentas que outras implementações.
VHD
Protocolo de comunicação de dados
Podemos definir um protocolo de comunicação de dados como um conjunto de regras que controla a comunicação para que ela seja eficiente e sem erros.
Um dos objetivos principais do protocolo é detectar e evitar a perda de dados ao longo da transmissão deles, caso isso ocorra.
O protocolo nada mais é que um software ou programa de computador, que recebe ou envia os dados a serem transmitidos, gerando, no inicio e no fim das mensagens transmitidas, os caracteres de controle, confirmação de recebimento, controle de seqüência das mensagens ou blocos de dados transmitidos, cálculo e checagem do algoritmo de detecção de erros e outros controles necessários a uma boa transmissão.
PROTOCOLOS TCP/IP (Transmission Control Protocol /Internet Protocol)
O protocolo TCP/IP foi criado visando atender a necessidade de endereçamento e de interconexão de redes. Podemos considerar o TCP/IP como arquitetura formada por um conjunto de protocolos de comunicação utilizados em redes locais (LAN “s) ou em redes externas às empresas (WAN’s)”.
IP
IP é o protocolo não orientado a conexão responsável pelo o encaminhamento dos dados pela rede, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino. Isto é feito por meio de endereços. Tais endereços são chamados IP.
ENDEREÇO IP
ENDEREÇO IP: Cada host, ou seja, cada computador ou equipamento que faz parte de uma rede, deve ter um endereço pelo qual é identificado na rede. Em uma rede TCP/IP, todos os hosts têm um endereço IP.
O endereço IP poderá ser fixo ou dinâmico.
IP FIXO
IP FIXO: é quando o administrador da rede atribui um número ao equipamento e este número permanecerá registrado no equipamento mesmo quando ele estiver desligado.
IP DINÂMICO
IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar a rede.
Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um usuário se conecta a Internet.
Obs.: o endereço IP de cada host na mesma rede deverá ser exclusivo, pois caso contrário, gerará um conflito de rede.
TCP
TCP - Transmission Control Protocol: responsável pela transferência dos dados propriamente ditos. É um protocolo orientado a conexão, ou seja, efetua a transferência dos dados e verifica a integridade dos mesmos até o destino. Caso ocorra alguma perda durante o percurso eles serão retransmitidos.
UDP
UDP – User Datagram Protocol: responsável pela transferência dos dados, porém não orientado a conexão, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino.
ICMP
ICMP – Internet Control Message Protocol: protocolo integrante do protocolo IP, usado pelos roteadores para informar a máquina transmissora a ocorrência de um erro com o datagrama enviado. Ele não se preocupa em corrigir o erro nem tampouco em verificar a integridade dos datagramas que circulam pela rede.
GATEWAY
Podemos entender o gateway como um conversor de protocolo, um sistema composto de hardware e software que conecta arquiteturas diferentes (Netware, SNA, Unix e outras), fazendo, por exemplo, com que o computador de uma rede local com sistema Netware e protocolo IPX fale com um computador do outro lado que opera o sistema SNA e protocolo HDLC.
É basicamente utilizado quando precisamos conectar aplicações que ficam em computadores e sistema de fabricantes diferentes com protocolos diferentes.
DNS – Domain Name System:
Todas as máquinas numa rede TCP/IP possuem um endereço IP. Acontece que os endereços IP não são tão fáceis de serem recordados quanto nomes. Por isso, foi criado o sistema DNS, que permite dar nome a endereços IP, facilitando a localização de máquinas por nós, humanos.
Você já conhece vários endereços de máquinas na Internet. Endereços como www.idc.org.br na verdade são uma conversão para a forma nominal de um endereço IP (é muito mais fácil guardar o endereço nominal www.idc.org.br do que o endereço IP 200.125.125.8, por exemplo). Quando você entra com esse endereço nominal num browser da Internet, o browser vai comunicar com um servidor DNS, que é o responsável por descobrir o endereço IP do nome dado na entrada, permitindo que a conexão seja efetuada.
Dessa forma, os servidores DNS possuem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa.
ENDEREÇAMENTO IP
Cada dispositivo conectado a uma rede TCP/IP é identificado por um único endereço IP. Se um computador tiver múltiplos adaptadores de rede, cada um terá o seu próprio endereço IP. Este endereço, é representado em notação decimal pontilhada, isto é, como o valor decimal de cada octeto (oito bits ou um byte) do endereço separado por um ponto.
Exemplo de endereço IP: 192.168.1.100
Como os endereço IP identificam dispositivos numa rede, deve ser atribuído um endereço IP exclusivo a cada dispositivo na rede.
Embora um endereço IP tenha um único valor, ele contem dois tipos de informação identificador de rede e identificador de host do seu computador.
Identificador de rede - dentifica os sistemas que estão localizados na mesma rede física. Todos os sistemas na mesma rede física devem ter o mesmo identificador de rede, que deve ser exclusivo na interligação de redes.
Identificador de host - identifica uma estação de trabalho, um servidor, um router ou outro TCP/IP numa rede. O endereço de cada dispositivo deve ser exclusivo para aquele identificado na rede.
Um computador conectado a uma rede TCP/IP utiliza o identificador de rede e de host para determinar que pacotes devem receber ou ignorar, bem como determinar o escopo (alvo/objectivo) das suas transmissões (apenas comutadores com o mesmo identificador de rede aceitam mensagens de difusão ao nível IP entre si).
As redes que se conectam à internet publica devem obter um identificador de rede oficial do centro de informações de rede Internet (inter NIC, internet, Network information Center) para garantir a exclusividade do identificador da rede IP.
Após receber um identificador de rede, o administrador da rede local deve atribuir identificadores de host exclusivos para os computadores da rede local. Embora as redes privadas que não estejam conectadas à Internet possam utilizar seu próprio identificador de rede, obter um identificador de rede válido no inter NIC permitirá que uma rede privada seja conectada à Internet no futuro, sem atribuir um endereço novamente.
A comunidade Internet definiu classes endereço para acomodar redes de tamanhos diversos. A classe de endereço pode ser reconhecida no primeiro octeto de um endereço IP.
A tabela abaixo resume a relação entre o primeiro octeto de um determinado endereço, e seus campos de identificação de rede e de host.
Identifica também o número total de identificadores de rede e de host para cada classe de endereço que faz parte do esquema de endereçamento da Internet. Este exemplo utiliza w.x.y.z para designar os bytes do endereço IP.
Os endereços de classe A tem o bit de mais alta ordem sempre 0
Os endereços de classe B tem os dois bits de mais alta ordem 10
Os endereços de classe C tem os três bits de mais alta ordem 110
Classe A: O primeiro número identifica a rede, os demais três números indicam a máquina. Cada endereço classe A consegue endereçar até 16.777.214 máquinas.
P.Ex: 124.95.44.10
124.96.40.23
124.99.33.15 
• Classe B: Os dois primeiros números identificam a rede, os dois demais identificam a máquina. Esse tipo de endereço consegue endereçar até 65.534 maquinas em uma rede.
P.Ex: 151.10.13.28
151.10.40.11
151.10.44.15
Classe C: Os três primeiros números identificam a rede, o último indica a máquina. Com isso consegue-se endereçar até 254 máquinas.
P.Ex: 201.110.213.28
201.110.213.29
201.110.213.30
Máscaras de Sub-Rede
As máscaras de sub-rede são valores de 32 bits que permitem que os destinatários de pacotes IP distingam o número do identificador de rede do endereço IP do host.
Por exemplo, quando o endereço IP é 194.157.57.27 e o host e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0, o identificador de rede é 194.157.57 e o de host é 27.
Como a classe de um host é facilmente determinada, configurar um host com uma máscara de sub-rede pode parecer redundante. Mas as máscaras de sub-rede são utilizadas também para maior segmentação de um identificador de rede atribuído, entre diversas redes locais. Às vezes, apenas parte de um octeto precisa ser segmentada, utilizando-se apenas alguns bits para especificar identificadores de sub-rede e o mesmo identificador de rede.
As máscaras de rede padrão são:
• Classe A: 255.0.0.0
• Classe B: 255.255.0.0
• Classe C: 255.255.255.0.
Regras básicas para endereçamento IP
Existem algumas regras gerais que devem ser seguidas quando se aplica endereços a host ou redes, principalmente se este host ou essa rede se encontram ligadas à Internet.
Endereço 127 é reservado para teste (look-back) e comunicação interprocessos no computador local; não é um endereço de rede válido.
Os endereços 224 e superiores são reservados para protocolos especiais (IGMP – difusão limitada de Protocolo de gestão de grupos Internet e outros), e não podem ser utilizados como endereço de host.
O endereço 255 (todos os bits on) não deve ser usado nem para host nem para rede, pois ele é interpretado como broadcast (é um endereço IP que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN e TANS, redes de computadores e sub-redes).
O endereço 0 (todos os bits off) também não deve ser usado, ele interpretado como endereço de rede somente.
- O endereço de um host deve ser único para uma rede.
Como instalar o windows XP
Durante o processo de instalação você terá que fornecer algumas informações.
Certifique-se de ter à mão o seguinte:
CD do Microsoft Windows XP.
-Chave do produto (Product Key) : A chave do produto se encontra no
verso da embalagem do Windows XP. Caso você tenha adquirido versão
do CCE este numero é encaminhado por email.
-Informações sobre a rede: Se o computador estiver conectado a uma
rede (é o que ocorre na maioria dos casos), obtenha estas informações
antes de executar a instalação.
o Nome do computador
o Nome do grupo de trabalho ou domínio.
o Número IP,
o Gateway, DNS e Máscara de sub-rede (esses dados são iguais para
todos os micros e são fornecidos abaixo).
Vamos configurar a BIOS para o micro dar BOOT pelo drive do
CD.
1- Ligue o seu computador e coloque o CD do Windows XP no drive de CDROM.
e quando a tela inicial do BIOS aparecer, aperte a tecla DEL ou F2 (vai
aparecer no canto inferior esquerdo qual tecla apertar). No BIOS, aparecerá a
tela principal (MAIN) igual a mostrada abaixo.
2- No menu vá para a opção BOOT (Use as teclas ).
Agora, você pode escolher qual dispositivo será usado como primeiro boot,
segundo boot, terceiro e assim por seguir. Use as teclas para seleccionar
opção First BOOT DEVICE pressione a tecla ENTER e seleccione CD-ROM
(vamos dar o BOOT através do CD). Na opção Second Boot Device seleccione
Hard Drive.
3- Pressione a tecla F10, aparecerá a opção da tela abaixo: SAVE
CONFIGURATION CHANGES AND EXIT NOW? Presione OK. Com isso o sistema
vai guardar as configurações e dar o boot no PC automaticamente.
4- Em seguida, a tela abaixo aparecerá. Nela tem uma mensagem
PRESSIONE UMA TECLA PARA INICIAR DO CD. Preste atenção pois esta
tecla só aparece por poucos segundos. Prima qualquer tecla para iniciar do CD.
5- Vai começar ter acesso a CD. A próxima tela a aparecer é igual à abaixo.
6- Espere até que apareça a próxima tela (veja abaixo). Você quer instalar o
Windows XP no disco rígido, então Presione ENTER.
7- Após pressionar ENTER, a tela abaixo aparecerá (Contrato do Windows XP). Se
Concordar com o contrato (ou seja, quiser instalar o Windows XP), tecle F8.
8- Se o seu HD está novinho, se nem estiver formatado, você terá que criar
uma partição no mesmo e depois formatar. Veja que a própria instalação
Particiona e formata o seu HD. E tem instruções bem fáceis de seguir.
Após a partição propriamente dita, selecioneformatar a partição utilizando
sistema de arquivo NTFS (Rápido). Presione ENTER (veja abaixo na tela).
9- Depois de particionado e formatado, você deve apertar ENTER na tela
mostrada abaixo.
10- O programa começará a copiar os arquivos.
11- Após copiar os ficheiros o sistema reiniciará o micro automatico,
como mostrado abaixo.
12- Após reiniciar o micro começará a instalar o Windows XP.
13- Digite o seu nome e o nome da empresa. clique em Avançar.
14- Digite a chave do produto (Product Key). Clique em Avançar.
15- Digite o nome do computador, a senha do administrador é opcional. Clique
em Avançar.
16- Após clicar avançar (tela anterior) aparecera uma tela para escolher o tipo
de configuração de rede. Selecione "configurações típicas". Clique em Avançar.
17- Digite o nome do grupo de trabalho. Clique em Avançar.
18- Aparecerá a tela de Bem-vindo ao Windows. Clique em Avançar
19- Seleccione "Ajudar a proteger..agora". Clique em Avançar.
20- Seleccione Rede Local (LAN). Clique em Avançar.
21- Na tela abaixo preencha os seguintes dados
Endereço IP estático: 143.107.121.xxx xxx = é o seu núm. IP.
Máscara de sub-rede: 255.255.255.128
Gateway Padrão: 143.107.121.129
DNS preferencial: 143.107.123.3
DNS alternativo: 143.107.123.4
22- Tecle avançar, na próxima tela você poderá definir se registar e activa o
windows XP agora ou depois. Clique em avançar.
23- Digite o nome dos usuários do micro (opcional). Clique em Avançar.
24- Aparecerá a tela abaixo. Clique em Concluir.
25- Em seguida aparecerá a tela inicial do Windows XP.
26- Concluída a instalação, vá para o menu Iniciar / Todos os Programas e
clique no Windows Update para instalar as actualizações do sistema, e reparos
da segurança e bugs.
Sistemas de Multiprocessador
Multiprocessador é a capacidade de um sistema operacional executar simultaneamente dois ou mais processos. Pressupõe a existência de dois ou mais processadores. Difere da multitarefa, pois esta simula a simultaneidade, utilizando-se de vários recursos, sendo o principal o compartilhamento de tempo de uso do processador entre vários processos.
Características
Um multiprocessador ou sistema multiprocessador é um sistema integrado de computação com as seguintes características:
• Envolve dois ou mais processadores físicos (sejam processadores separados ou múltiplos núcleos encapsulados no mesmo chip) ou lógicos (processador(es) com a tecnologia HyperThreading da Intel) com o mesmo poder computacional e cada um capaz de executar processos autonomamente. Isto implica que não há nenhuma unidade central de controlo; cada processador contém sua própria unidade de controlo. Assim, efectivamente, a lógica de controlo é distribuída pelo sistema.
•Os processadores compartilham um único espaço de endereçamento de memória.
•O sistema de hardware é como um todo gerenciado por um único sistema operacional.
O sistema operacional com suporte a multiprocessamento deve ser capaz de:
•Suportar multitarefa;
•Manter múltiplas filas de processos, uma para cada processador.
Sistemas Distribuídos
Um sistema distribuído segundo a definição de Andrew Tanenbaum é uma "colecção de computadores independentes que se apresenta ao usuário como um sistema único e consistente”; outra definição, de George Coulouris, diz: "colecção de computadores autónomos interligados através de uma rede de computadores e equipados com software que permita o compartilhamento dos recursos do sistema: hardware, software e dados"
O suporte completo de um sistema de banco de dados distribuídos implica que uma única aplicação seja capaz de operar de modo transparente sobre dados dispersos em uma variedade de banco de dados diferentes, gerenciados por vários SGBDs diferentes, em execução em uma variedade de máquinas diferentes que podem estar rodando em diversas plataformas diferentes e uma variedade de sistemas operacionais. Onde o modo transparente diz respeito à aplicação operar sob um ponto de vista lógico como se os dados fossem gerenciados por um único SGBD, funcionando em uma única máquina com apenas um sistema operacional.
Assim, a computação distribuída consiste em adicionar o poder computacional de diversos computadores interligados por uma rede de computadores ou mais de um processador trabalhando em conjunto no mesmo computador, para processar colaborativamente determinada tarefa de forma coerente e transparente, ou seja, como se apenas um único e centralizado computador estivesse executando a tarefa. A união desses diversos computadores com o objetivo de compartilhar a execução de tarefas, é conhecida como sistema distribuído.
Escalonamento e Sincronização de processos
Escalonamento
Para que a CPU não fique muito tempo sem executar tarefa alguma, os sistemas operacionais utilizam técnicas para escalonar os processos que estão em execução ao mesmo tempo na máquina.
O escalonamento de processos é uma tarefa complicada, pois nenhum algoritmo é totalmente eficiente e a prova de falhas, principalmente em se tratando de sistemas interactivos, como o Windows, pois a interacção com o usuário é fundamental para este sistema onde quem o utiliza procura respostas rápidas e a todo o momento processos são interrompidos pelo usuário.
O escalonador do SO utiliza alguns critérios de escalonamento, como: a taxa de utilização de CPU, que é a fracção de tempo durante a qual ela está sendo ocupada; throughput que são números de processos terminados por unidade de tempo; turnaround que é o tempo transcorrido desde o momento em que o software entra e o instante em que termina sua execução; tempo de resposta: intervalo entre a chegada ao sistema e inicio de sua execução; tempo de espera: soma dos períodos em que o programa estava no seu estado pronto.
Responsáveis por essa tarefa são algoritmos que são entendidos mais facilmente, estudados separadamente, mas na pratica os sistemas operacionais utilizam combinações deles para melhor escalonar os processos.
Sincronização
Sincronização é o gerenciamento adequado de múltiplas linhas de execução ou processos concorrentes que acessam um mesmo recurso limitado ou uma porção de dados, situação conhecida como condição de corrida.
Este gerenciamento em geral deve prover acesso a todas as linhas de execução dentro dos limites do recurso limitado, de modo que todas tenham tempo finito de espera (não ficarão em espera infinita). No caso de acesso a uma porção de dados, as leituras e escritas realizadas devem ocorrer de modo a preservar a consistência.
Entre os mecanismos que provém sincronização podemos citar os semáforos e exclusão mútua que definem regiões críticas.
Sincronização é útil em programas multitarefa para manter a consistência de dados usados por diversas linhas de execução, em sistemas distribuídos para controlar o acesso de diversos nós a um recurso limitado e bancos de dados para escalonar adequadamente acessos concorrentes à base.
Sistema de ficheiros
Sistema de ficheiros (também conhecida por gestão de ficheiros) é a forma de organização de dados em algum meio de armazenamento de dados em massa frequentemente feito em discos magnéticos. Sabendo interpretar o sistema de arquivos de um determinado disco, o sistema operacional pode descodificar os dados armazenados e lê-los ou gravá-los.
O sistema operacional seria o bibliotecário da "biblioteca de dados" do computador, o disco de armazenamento. Exactamente igual à organização de uma biblioteca, o sistema operacional guarda os dados nos espaços vazios do disco, rotulando-os com um FCB (File Control Block, Bloco de Controle de Arquivo) e ainda criando uma lista com a posição deste dado, chamada de MFT (Master File Table, Tabela de Arquivos Mestre). Sabendo a posição do arquivo a ser aberto/gravado, o sistema operacional solicita a leitura desta, descodifica/codifica e realiza a abertura/gravação do dado.
Um sistema de ficheiro é assim: uma forma de criar uma estrutura lógica de acesso a dados numa partição. Sendo assim, também é importante referir que nunca poderá ter dois ou mais tipos de sistemas de ficheiros (formatos) numa mesma partição.
O MBR (Master Boot Record) é um ficheiro de dados interligado com a BIOS cuja importância é o reconhecimento do sistema de ficheiros, como também na inicialização de sistema operativos.
Gestão de memória
O sistema operacional tem acesso completo à memória do sistema e deve permitir que os processos dos usuários tenham acesso seguro à memória quando o requisitam.
Vários sistemas operacionais usam memória virtual, que possui 3 funções básicas:
1.Segurar que cada processo tenha seu próprio espaço de endereçamento, começando em zero, para evitar ou resolver o problema de relocação (Tanenbaum, 1999);
2.Prover protecção da memória para impedir que um processo utilize um endereço de memória que não lhe pertença;
3.Possibilitar que uma aplicação utilize mais memória do que a fisicamente existente.
Gestão de processos
O sistema operacional multitarefa é preparado para dar ao usuário a ilusão que o número de processos em execução simultânea no computador é maior que o número de processadores instalados. Cada processo recebe uma fatia do tempo e a alternância entre vários processos é tão rápida que o usuário pensa que sua execução é simultânea.
São utilizados algoritmos para determinar qual processo será executado em determinado momento e por quanto tempo.
Os processos podem comunicar-se, isto é conhecido como IPC (Inter-Process Communication). Os mecanismos geralmente utilizados são:
•sinais,
•pipes,
•named pipes,
•memória compartilhada,
•soquetes (sockets),
•semáforos,
•trocas de mensagens.
O sistema operacional, normalmente, deve possibilitar o multiprocessamento (SMP ou NUMA). Neste caso, processos diferentes e threads podem ser executados em diferentes processadores. Para essa tarefa, ele deve ser reentrante e interrompível, o que significa que pode ser interrompido no meio da execução de uma tarefa.
Tabuada
@echo off
cls
set /p var=deseja a tabuada do?...
set /p term=a terminar em...
set var 2=1
:calc1
if %var% leq%term% (
) else (
goto fim )
:corpo
set /a var 3=%var%*%var2%
echo %var%*%var 2%=%var 3%
set /a var 2=%var 2%+1
goto calc1
:fim
pause
X é igual a 6
@ECHO OFF
CLS
SET X=&
IF"%X%"=="6" GOTO ok
ECHO X não é igual a 6,X é igual a %X%
GOTO saída
:ok
ECHO X é igual a 6
:saída
BATCH, ou Ficheiros de Lote
ECHO [mensagem ou variável]
Escreve no monitor.
ECHO OFF
Desactiva as informações e confirmações feitas pelo sistema. Como “C:>”, “Tem a certeza que deseja fazer tal?”…
ECHO ON
Activa as informações e confirmações do sistema.
ECHO.
Salta uma linha
SET variável = valor
@[Comando]
Desactiva as informações e confirmações feitas pelo sistema apenas para esta linha.
IF [condição] ([acção]) ELSE ([acção2])
Este é um comando condicional. “Se condição faça acção, senão faça acção2”.
@ECHO OFF
SET nome=Ana
If”%nome%”==”Ana”(
ECHO Oi Aninha!
) ELSE (
ECHO Oi %nome%!
)
@Goto[Ponto]
Avança ou volta a execução para um ponto do ficheiro de lote.
HELP FOR
C:\Users\Aluno>HELP FOR
Executa um comando especifico para cada ficheiro de um conjunto de ficheiros.
FOR %variável IN (conjunto) DO comando [parâmetrosdocomando]
%variável Especifica um parâmetro substituível.
(conjunto) Especifica um conjunto de um ou mais ficheiros. Os caracteres
universais podem ser utilizados.
comando Especifica o comando a executar para cada ficheiro.
Parâmetros do comando
Especifica os parâmetros do comando especificado.
Para utilizar o comando FOR num programa batch, especifique %%variável em vez
de %variável. Os nomes das variáveis são sensíveis a maiúsculas e minúsculas,
portanto %i é diferente de %I.
Se as extensões de comandos estiverem activadas, são suportadas as seguintes
formas adicionais do comando FOR:
FOR /D %variável IN (conjunto) DO comando [parâmetros-do-comando]
Se o conjunto contiver caracteres universais, então é especificada a
correspondência com nomes de directórios em vez de nomes de ficheiros.
Exemplo: @ECHO OFF
FOR/L%%a IN (1.1.5) DO ECHO O valor de A é %%a
PAUSE
Faz uma pausa e só volta quando o utilizador premir alguma tecla do teclado.
REM [comentário]
Este comando absolutamente nada. Ele é utilizado para inserir comentários nos ficheiros.
VER[/FRONT]
Versão do sistema
{front=verdana]VOL unidade
HELP ATTRIB
Mostra ou altera os atributos do ficheiro.
ATTRIB [+R -R] [+A -A ] [+S -S] [+H -H] [+I -I]
[unidade:][caminho][nomeficheiro] [/S [/D] [/L]]
+ Define um atributo.
- Limpa um atributo.
R Atributo de ficheiro só de leitura.
A Atributo de ficheiro de arquivo.
S Atributo de ficheiro de sistema.
H Atributo de ficheiro oculto.
I Atributo de ficheiro indexado não de conteúdo.
[unidade:][caminho][nomeficheiro]
Especifica um ou mais ficheiros para processamento pelo comando attrib.
/S Processa ficheiros correspondentes na pasta
actual e em todas as subpastas.
/D Processa também pastas.
/L Trabalha sobre os atributos da Ligação Simbólica
relativamente ao destino da Ligação Simbólica
CONDIÇÕES
Numéricas e caracteres:
- Igual (QUE ou ==)
- Diferente (NEQ)
- Menor que (LSS)
- Menor ou igual a (LEQ)
- Maior que (GTR)
- Maior ou igual a (GEQ
- Condição negativa (NOT)
Existe(EXIST)
condição negativa(NOT)
SHUTDOWN
shutdown -r significa que o pc será reiniciado dentro de 30 segundos
shutdown -s significa que o pc será desligado dentro de 30 segundos
shutdown -r -t XXX significa que o pc será reneiciado no tempo que você deterniminar.
shutdown -r -t XX -c"mensagem": signifaca que o pc será reineiciado no tempo que você determinar e poderá colocar ainda uma mensagem
start
o que vocé pode fazer é criar um .bat mandando iniciar o word e tambem o outro .bat que você quer iniciar
exemplo:
start c:\[caminho]\winword.exe
Comandos do MS-DOS
Dir
- Lista o conteúdo do ficheiro activo
- Permite procurar ficheiros que tenham determinadas características
Parâmetros: /P /W /A /S
Caracteres genéricos
- Asterisco (*) – Substitui um bloco de texto
- Ponto de interrogação (?) – Substitui um carácter ou posição
- Ponto (.) – Separa o nome da extensão
Time
- Exibe a hora do sistema e configura o relógio interno do computador. O MS-DOS usa a informação de hora para actualizar os directórios que forem criados ou alterados
- SINTAXE
TIME (horas: minutos:segundos:centésimos
- Exemplo: TIME 12:20:20.12
DATE
- Exibe a data e imite um aviso se for necessário alterar a mesma. O MS-DOS usa a informação de data para actulizar os directórios e ficheiros que forem criados ou alterados
- SINTAXE
DATE (DD-MM-YY)
-Exemplo: DATE 29-11-95
CD
- Exibe o nome do directório activo ou altera o directório actual
- Sintaxe
CD (unidade:(caminho)
MD
- Cria um novo directório
- Sintaxe
MD (unidade(caminho)(nome do directório)
RD
- Apaga um directório
- Sintaxe
RD (unidade(caminho)(nome do directório)
REN
Dá um novo nome ao ficheiro
- Sintaxe
Ren (caminho) Nome do ficheiro novo nome
Exemplo: Ren a:\(autoexec.bat novonome.bat
COPY
- Copia um ou mais ficheiros de um caminho para o outro, na mesma unidade dou entre unidades diferentes.
- Copia um ficheiro de um caminho para o outro, com outro nome.
- Faz uma fusão entre vários ficheiros, criando um só, e com um único nome
Sintaxe
COPY (unidade(caminho)(ficheiros) (unidadeLcaminho)
Ou
COPY (origem)(destino)
DEL
Elimina ficheiros.
-Sintaxe Del (caminho)
Exemplo: DEL A:\escola\*.com
CLS
- Este comando limpa a tecla e coloca o cursor ma primeira linha da prompt.
TREE
- Exibe graficamente os directórios e subdirectórios do directório raiz ou da pasta especificada.
CHKDSK
- Programa de verificação de erros no HD.
MEM
- Exibe informação da memória RAM
DISKCOPY
- Este comando faz cópias de discos flexíveis (disquetes) de uma unidade para a outra. Caso só tenha uma unidade duas vezes que o programa avisa quando deve-se inserir a disquete virgem.
MOVE
- Move arquivos de um directório para o outro.
TYPE
- Exibe o conteúdo de um arquivo no ecrã.
FORMAT
- Serve para formatar o disco.
FORMAT /Q /U / S /A
UNFORMAT
- Permite recuperar a informação que estava no disco se houver alguma formatação por engano.
C:/>UNFORMAT A – Desformata o disco na unidade A
DELTREE
- Serve para apagar todos os directórios e subdirectórios dentro de um directório de uma vez só.
XCOPY
- Serve para seleccionar e copiar os arquivos seleccionados.
C:/>XCOPY C:DOS A: , Copia o directório para o drive A.
UNDELETE
- Serve para recuperar os ficheiros que foram apagados.
EDIT
- Na linha de comandos do sistema operacional MS-DOS, é usado para abrir o editor de texto. Nele podemos salvar arquivos em várias extensões.
COLOR
- Define as cores do fundo da linha de comandos.
HELP
- Dá a listagem dos comandos de MS-DOS
sistemas de ficheiros
Sistemas De Ficheiros
Definição
-Sistema de ficheiros(também conhecida por gestão de ficheiros) é a forma de organização de dados em algum meio de armazenamento de dados em massa frequentemente feito em discos magnéticos. Sabendo interpretar o sistema de arquivos de um determinado disco, o sistema operativo pode decodificar os dados armazenados e lê-los ou gravá-los.
Tipos de sistemas de ficheiros
FAT 12
FAT12 é uma versão do FAT, um sistema de arquivos, que foi utilizado pela primeira vez no sistema operacional DOS.Atualmente pode ser verificado o seu emprego no Windows XP (formatação de dispositivos de armazenamento de câmeras digitais para placas de baixa capacidade). Por ser um sistema de arquivos mais simples a FAT12 ainda é utilizada pelo Windows (mesmo com o sistema NTFS) para formatar disquetes.
Microsoft BASIC Disk - MSDOS 4.
FAT16
O sistema de arquivos FAT-16 é utilizado pelos sistemas operacionais MS-DOS e Windows 95. Este sistema utiliza 16 bits para o endereçamento de dados, podendo trabalhar no máximo com 65.526 (216) posições diferentes. Se observarmos que os setores possuem o tamanho de 512 bytes, fica fácil perceber que em FAT 16 só seria possível acessar 65.536 x 512 bytes= 33.554.432 bytes, isto é 32 MB. Mas trabalhar com discos de 32 MB, mesmo com o Windows 95 fica difícil... Para resolver este problema a Microsoft passou a apontar conjuntos de setores, os clusters, em vez dos setores somente.
DOS 4.0 ou superior / Windows 1.X ou superior (1.x, 2.x, 3.x, 95, 98, ME, 2000, XP,)
FAT32
O FAT32 (File Allocation Table ou Tabela de Alocação de Arquivos) é um sistema de arquivos que organiza e gerência o acesso a arquivos em HDs e outras mídias. Criado em 1996 pela Microsoft para substituir o FAT16 usado pelo MS-DOS e com uma série de limitações. O FAT32 foi implementado nos sistemas Windows 95 (OSR2), 98 e Millennium e ainda possui compatibilidade com os sistemas Windows 2000 e XP, que utilizam um sistema de arquivos mais moderno, o NTFS.
MS-DOS 7.1 e 8.0 / Windows 95 (versão OSR2!), ou superior (95 OSR2, 98, ME, NT, 2000, XP...)
NTFS
O sistema de ficheiros NTFS (New Technology File System) utiliza um sistema baseado numa estrutura chamada “tabela de ficheiros soberana”, ou MFT (Master File table), permitindo conter informações detalhadas sobre os ficheiros. Este sistema permite assim a utilização de nomes longos mas, contrariamente ao sistema FAT32, é sensível à ruptura, ou seja, é capaz de diferenciar nomes em maiúsculas e nomes em minúsculas.
Windows NT ou superior (NT, 2000, XP, 2003 Server,...)
Sistemas operativos
Sistemas operativos
Um sistema operativo é um programa ou um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre um computador e o usuário.
Segundo alguns autores (Silberschatz et al, 2005; Stallings, 2004; Tanenbaum, 1999), existem dois modos distintos de conceituar um sistema operacional:
-pela perspectiva do usuário ou programador (visão top-down): é uma abstração do hardware, fazendo o papel de intermediário entre o aplicativo (programa) e os componentes físicos do computador (hardware); ou
-numa visão bottom-up, de baixo para cima: é um gerenciador de recursos, i.e., controla quais aplicações (processos) podem ser executadas, quando, que recursos (memória, disco, periféricos) podem ser utilizados.
A sigla usual para designar esta classe de programas é SO (em português) ou OS (do inglês Operating System).
Windows Vista
disponível apartir da versão Vista Home Premium), que é ativado pelo atalho Logotipo do Windows + Tab. Mas não foram somente inovações gráficas, pois esta versão do Windows possui inovou ao incluir o Windows Media Center como um "centro" de entretenimento digital em todas as suas versões apartir do Vista Home Premium. Também trouxe diversas ferramentas integradas para segurança, como o Windows Defender e o Windows Firewall (presente apartir do Windows XP Service Pack 2). Além disso, veio preparado para o mundo da alta definição.
A versão básica e popular do Windows Vista (Limitada):
Vista Starter Edition, destinado aos mercados emergentes e países em desenvolvimento.
São duas versões destinadas ao usuário doméstico:
Vista Home Basic
Vista Home Premium
As duas versões voltadas para o público corporativo são:
Vista Business Edition (projetado para atender às necessidades de empresas de todos os portes)
Vista Enterprise Edition (necessidades de grandes empresas globais)
A versão Ultimate é a edição mais abrangente do Windows Vista. Reúne todos os recursos de infra-estrutura avançados de um sistema operacional empresarial, todos os recursos de gerenciamento e eficiência de um sistema operacional móvel, e todos os recursos de entretenimento digital de um sistema operacional voltado ao consumidor
Vista Ultimate Edition
Tantas inovações e melhorias na interface e utilização do Sistema Operacional (SO) não são saciadas com qualquer tipo de Hardware. Esta é uma das razões por muitos usuários prefirirem usarem o Windows XP.O Windows Vista Ultimate Edition é a versão do Windows Vista que mais requer recursos do computador. Para que o desempenho seja razoável, a Microsoft recomenda um processador de 1.8Ghz (de preferencia Dual-Core) e 1GB de memória RAM, sendo necessária uma placa de vídeo compatível com o DirectX 9.0, pixel shader 2.0 e 128mb de memoria de video para usufruir da transparencia das janelas d Flip 3D(Windows Aero).
Também devido as transformações no Kernel e no código feitas o Windows Vista apresentou a princípio grande imcompatibilidade com os drivers de peças do computador.
Apesar disso pode-se dizer que muito do caminho percorrido pelo Windows Vista pode ser reaproveitado gerando um provável excelente novo sistema, o Windows 7 que busca conciliar as principais vantagens do Windows Vista com as vantagens que o Windows XP e também novas funcionalidades.
Linux
Logo que Linus Torvalds passou a disponibilizar o Linux, ou seja na sua versão 0.01, já havia suporte ao disco rígido, tela, teclado e portas seriais, o sistema de arquivos adotava o mesmo layout do Minix (embora não houvesse código do Minix no Linux), havia extensos trechos em assembly, e ela já era capaz de rodar o bash e o gcc.
¨A linha guia quando implementei o Linux foi: fazê-lo funcionar rápido. Eu queria o kernel simples, mas poderoso o suficiente para rodar a maioria dos aplicativos Unix.[O próprio usuário deveria procurar os programas que dessem funcionalidade ao seu sistema, compilá-los e configurá-los. Talvez por isso, o Linux tenha carregado consigo a etiqueta de sistema operativo apenas para técnicos. Foi neste ambiente que surgiu a MCC Interim Linux, do Manchester Computer Centre, a primeira distribuição Linux, desenvolvida por Owen Le Blanc da Universidade de Manchester, capaz de ser instalada independentemente em um computador. Foi uma primeira tentativa de facilitar a instalação do Linux.
¨Desde o começo, o núcleo Linux incluía um sistema básico para chamadas do sistema e acesso aos dispositivos do computador. O núcleo de um sistema operativo define entre várias operações, o gerenciamento da memória, de processos, dos dispositivos físicos no computador e é uma parte essencial de qualquer sistema operacional utilizável, contudo para um sistema operacional adquirir funcionalidade são necessários também vários outros aplicativos que determinam funções específicas que aquele sistema será capaz de desenvolver, os aplicativos existentes em um sistema operacional com a única exceção do núcleo são determinados pelo usuário do computador, como por exemplo: interpretadores de comandos, gerenciadores de janelas, que oferecem respectivamente uma interface para o usuário do computador, CLI ou GUI, e outros aplicativos como editores de texto, editores de imagem, tocadores de som, e, mas não necessariamente, compiladores.
¨A maioria dos sistemas inclui ferramentas e utilitários baseados no BSD e tipicamente usam XFree86 ou X.Org para oferecer a funcionalidade do sistemas de janelas X — interface gráfica. Assim como também oferecem ferramentas desenvolvidas pelo projeto GNU.
¨No momento do desenvolvimento do Linux, vários aplicativos já vinham sendo reunidos pelo Projeto GNU da Free Software Foundation (‘Fundação Software Livre’), que embarcara em um subprojeto que ainda continua para obter um núcleo, o GNU Hurd. Porém devido a várias complicações o projeto GNU e demora em desenvolver o Hurd, Stallman acabou adotando o núcleo Linux como base para distribuir os programas do projeto GNU , não obstante diversas pessoas e instituições tiveram a mesma idéia e assim várias distribuições começaram a surgir baseadas no núcleo desenvolvido inicialmente por Linus.
MAC OS
¨O Mac OS X apresenta uma grande mudança em relação aos sistemas operacionais anteriores do Macintosh e o código que é a base do sistema é completamente diferente do de versões anteriores. Apesar da maioria das alterações estarem nos "bastidores" do sistema operacional, a interface gráfica de usuário Aqua é o novo recurso mais visível. O uso de bordas arredondadas, cores translúcidas e outros adereços trouxe mais cores e texturas às janelas e controles do Desktop do que a interface Platinum do OS 9. Inicialmente isso gerou bastante controvérsia entre os usuários, com uns alegando que a interface tinha ficado "como um brinquedo" e com falta de profissionalismo; outros alegando que era "outra grande inovação da Apple". O visual é instantaneamente reconhecível e antes mesmo do lançamento da primeira versão do Mac OS X, outros desenvolvedores começaram a produzir skins para aplicativos personalizáveis como o Winamp para ficarem mais parecidos com o visual Aqua. A Apple ameaçou processar pessoas que fazem ou distribuem programas que oferecem uma interface que eles dizem ser derivada de seu design patenteado.
¨O núcleo do Mac OS X é um sistema operacional certificado Unix, construído em torno de um kernel XNU com recursos básicos Unix acessáveis através de uma interface de linha de comando. Pouco antes do lançamento do Mac OS X a Apple lançou esse núcleo como Darwin. Baseando-se nesse núcleo, a Apple projetou e desenvolveu um número de componentes de código fechado (closed source) de licença proprietária, incluindo a interface Aqua e o Finder (o sistema de gerenciamento de arquivos). A combinação da interface amigável e o poder do núcleo open source Darwin/BSD tornaram o Mac OS X o ambiente Unix mais bem vendido até hoje em número de computadores vendidos.
Acerca de mim
- Ricardo Filipe
- Azambuja, Lisboa, Portugal
- Sou amigo do meu amigo.
hiperligações
Materia leccionada na disciplina de S.O
- Materia leccionada na disciplina de sistemas operativos (16)
- powerpoint (3)
- Video (3)
- visitas de estudo (1)